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Webinar com Kodak e Dupont: como criar valor junto às universidades
por Verónica Savignano
O NCET2 realizará mais um webinar sobre open innovation. Este é da série mensal sobre relações estratégicas entre universidades e indústria.
Neste mês, o webinar contará com a diretora de Alianças Externas da Kodak e o diretor de Comercialização de Tecnologia do Centro Dupont para Pesquisa Colaborativa e Educação. Ambos vão compartilhar as suas experiências e visões sobre como trabalhar com universidades para criar valor para a empresa e também para o parceiro.
O webinar poderá ser acompanhado pela web no dia 9 de junho, das 14h às 15:30h (horário de Brasília). Para participar, basta ter uma conexão à Internet e registrar-se em https://www2.gotomeeting.com/register/244350547.
Add comment 05/06/2009
Webinar: um NIT transformado em empresa
por André Saito
Este seminário online parece interessante. Apresenta o caso do Imperial College London, que transformou seu escritório de transferência de tecnologia (os nossos núcleos de inovação tecnológica) em empresa de capital aberto, com ações negociadas na bolsa de Londres. A ‘empresa’ combina as atividades de transferência de tecnologia, incubação e investimento de capital semente.
Nada mau para uma instituição de ensino e pesquisa… Nossa legislação ainda tem muito o que avançar; está aí uma inspiração.
O evento é organizado pelo National Council of Entrepreneurial Tech Transfer (NCET2), um grupo informal de universidades dos EUA que busca aproximar empreendedores e investidores para estimular a criação e financiamento de startups tecnológicas. A participação é gratuita.
University Startup Creation Innovation in the UK
Tuesday, March 17, 2009, 1:00-2:30pm ET (10:00-11:30am PT)
Learn how Imperial College London spun-out its university tech transfer operations into a public company called Imperial Innovations that trades on the London Stock Exchange. Imperial Innovations combines the activities of tech transfer, incubation and early stage venture capital. It now has over 70 university startups and is looking for U.S. angels and VCs to co-invest in its deals.
Speakers: Fergus Harradence (Deputy Director, UK Department for Innovation, Universities and Skills), Susan Searle (Chief Executive Officer, Imperial Innovations Group plc). Moderated by Randy Mitchell (International Trade Strategist for Private Equity, US Department of Commerce (ITA), United States Representative to the OECD Working Party on Entrepreneurship).
Sponsored by the National Venture Capital Association
For free registration goto: http://ncet2.org/UpcomingEvents/international-innovation/innovation-in-uk/
Add comment 10/03/2009
Apresentação de novas idéias em Inovação Aberta: a passagem do “Não Inventado Aqui” para o “Adquirido Orgulhosamente em Outro Lugar”
por Fabiana Grieco
Na última terça-feira (dia 16/09), foi possível acompanhar o seminário exibido via web “Open Innovation for the Start-up and Emerging Technology Sectors: Positioning value in fast and complex markets”. O webinar contou com a participação de Kevin Blackwell, analista pesquisador em Estratégia da Inovação e vice-presidente da Sales & Marketing, Michael J. Martin, presidente da TechTransfer Associates e Robert R. Gruetzmacher, diretor de Comercialização de Tecnologia do Centro de Pesquisa e Educação Colaborativa da DuPont. O webinar tratou as novas idéias na Economia da Inovação, com o objetivo de atrair um público oriundo da academia, do governo, investidores e profissionais das áreas de tecnologia, empreendedorismo e inovação.
Kevin Blackwell, o primeiro a se apresentar, introduziu o tema partindo de uma definição da Open Innovation (Inovação Aberta), citando Henry Chesbrough e apontando algumas empresas que já utilizam esta abordagem, tais como Procter & Gamble, Innovation Exchange, NineSigma, InnoCentive, yet2.com e IBM. Um dos aspectos mais interessantes de sua apresentação foi a avaliação de que a Inovação Aberta faz oposição à Síndrome do “Não Inventado Aqui” e que pode ser adotada de duas formas.
Intitulada “através do livro”, a primeira forma de adoção se refere às empresas que possuem redes de inovação estabelecidas e comunica de modo formal as missões de inovação para a rede, enquanto a segunda forma de adoção, chamada “pela natureza”, está mais associada às empresas que adotam o paradigma de forma tão natural que o processo parece mal-definido.
Com uma visão mais voltada à avaliação da atração e da promoção da Inovação Aberta, Michael J. Martin indicou a necessidade de atrair negócios nesse modelo por meio de uma política mais voltada para a resolução de problemas. Apontou, por exemplo, a importância da mudança da atuação de muitas universidades ao desenvolver uma série de estudos para, então, buscar sua aplicabilidade.
Para ele, o mais indicado nestes casos seria o desenvolvimento de um determinado estudo levando em consideração a resolução de um problema, que pode estar sendo um entrave para os avanços da inovação de uma determinada empresa, como um Business Case. Merece destaque o apontamento das barreiras enfrentadas pelas universidades e laboratórios na adoção da Inovação Aberta e as oportunidades trazidas pela abordagem ao poder colaborar quando as necessidades de tecnologia de uma empresa são identificadas.
Por fim, Robert R. Gruetzmacher elaborou sua apresentação partindo da visão da DuPont e a questão do gerenciamento eficaz da interface universidade-empresa. Foram apresentados muitos aspectos interessantes, entre eles vale citar a importância da transferência de tecnologia para a empresa, o que sustenta a tendência para a criação de relacionamentos externos. Tal afirmação se baseia no contexto da globalização, no deslocamento do P&D das grandes companhias para menores, nas novas fontes de tecnologia, no fato de que nenhuma empresa possui mais do que 1% da capabilidade de tecnologia do mundo, na necessidade de acelerar o ritmo de comercialização de tecnologia e na criação de novas oportunidades de negócios.
Outro tópico importante foi a análise de algumas barreiras para a Inovação Aberta ao destacar a passagem do “Não Inventado Aqui”, que já havia sido sinalizada por Kevin Blackwell, para a mentalidade do “Adquirido Orgulhosamente em Outro Lugar”. Outras barreiras, como os processos para identificar as necessidades de tecnologia, a mentalidade da posse, os termos financeiros para os royalties e para a Propriedade Intelectual (PI), o orçamento apropriado para atividades externas e a comunicação, também foram citadas.
1 comment 18/09/2008
