Posts Taggedopeninnovation
Open innovation e embalagens
por Verónica Savignano
Ilustrando como a inovação aberta está entrando na pauta da mídia segmentada, a EmbalagemMarca, revista do segmento de packaging, publicou uma entrevista dedicada à open innovation. O entrevistado é Lucas Aquino, colaborador deste blog.
Recomendo este texto, muito rico em conceitos aplicáveis no dia-a-dia de uma empresa:
http://www.embalagemmarca.com.br/embmarca/content/view/full/7303
Boa leitura!
Add comment 22/07/2009
Entrevista com Wim Vanhaverbeke
por Verónica Savignano
A revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios publicou uma entrevista com Wim Vanhaverbeke, co-autor de “Open Innovation: Researching a New Paradigm” e co-fundador de OpenInnovation.eu.
O professor belga comenta os benefícios dos modelos abertos para as pequenas empresas, os empecilhos mais comuns a uma boa implantação da inovação aberta e o status da prática da open innovation no mundo.
Boa leitura!
Add comment 22/05/2009
Open innovation em eventos de áreas diversas
por Verónica Savignano
Num post anterior, o Bruno tinha feito um comentário sobre a inserção da expressão “open innovation” no título do simpósio da OCDE.
É de fato interessante acompanhar como “open innovation” vai se inserindo nos nomes de eventos internacionais de áreas variadas do conhecimento. Ontem achei dois exemplos:
- User and Open Innovation Workshop, que incorporou a palavra “open” no ano passado. Antes era só “user innovation“
- Minitrack “Collaboration Systems for Open Innovation” na Hawaii International Conference on System Sciences. Aqui a questão é ver como as TIs podem dar suporte à inovação aberta.
Para mais detalhes sobre esses e outros eventos, visitem a nossa Agenda OI (acima, a aba do meio), que começou como um post e, dado o sucesso, foi transformada numa página.
Add comment 13/03/2009
Answering your questions (3): the value chain
by Henry Chesbrough
Questions by Flavia Milena (FAPESP)
1. How does the company distribute the profits from open innovation among all its partners?
2. Is each partner financially awarded for its contribution or the returns and profits are concentrated inside the company?
My answers
The company typically does not collect all of the money, and then distribute it. Instead, the company constructs a value chain from the raw materials to the end customer. The other parties in the value chain participate freely, and can exit if they wish. And these parties in the chain transact through the marketplace, being specified in a particular product, service or design. The market will allocate the profits, and may not do so in ways that seem fair to everyone involved. A great example from the past is the IBM PC. IBM launched the PC market in 1981, and for years made the lion’s share of the profits. Others, though, also profited, including suppliers (like Microsoft and Intel), software makers (like Microsoft and Adobe), retailers, and so on. Later, though, Intel and Microsoft realized that they didn’t need IBM to design the next generation systems, and took away the value chain from IBM. From IBM’s point of view, this was really unfair. They finally quit the market in 2000, though the PC ecosystem is alive and well today without them.
Add comment 12/03/2009
Answering your questions (2): OI in “low tech” environment
by Henry Chesbrough
Questions by Adriana Marotti de Mello (USP)
1. After your speech and by the examples presented at the first panel, I had the impression that the Open Innovation model would be more applicable to more radical innovations and closer to the basic research universe. Is it right?
2. Could you make a comment about how to use the OI concept in “low-tech” environments?
My answers
The OI concept has two elements: first is the idea that companies can make use of others’ ideas, and in turn should let their own unused ideas be used by others; the second is that the business model determines what to bring in and what to take out. My second book, Open Business Models, discusses business model innovation as well (not just technology and R&D).
In low tech environments, openness can be very valuable. Zappos is an online shoe retailer (I think you’d agree that this is low tech), that provides excellent customer service and has generous return policies. Their prices are low, but not the lowest. But they have the widest selection, and are very easy to deal with if the shoe is not right for you. They even send you the new size shoe after you send them the old shoe (they don’t wait to receive your shoe before sending theirs). So they trust their customers, and their customers love them.
A second low tech example is Threadless.com. This is a company that makes T-shirts (again, pretty low tech). But the open part is how they get their designs. They get them from users on their website. People visiting the site can submit designs, and the community of users picks the top ten. Threadless makes these ten designs for sale. And naturally many of the people who voted for the winning designs end up buying them. And the designers get publicized as well.
[ Nota da editora: Vejam o post inaugural do Henry Chesbrough Answering your questions (1): the funnel model]
Add comment 06/03/2009
Entrevista com Chesbrough na Época Negócios
Entrevista com Henry Chesbrough, publicada no site da Época Negócios (Edição 24 – fevereiro de 2009 | 16/02/2009 – 15:59). Concedida no Open Innovation Seminar 2008.
Época NEGÓCIOS – O senhor poderia explicar o que é inovação aberta?
Henry Chesbrough - O modelo anterior, de inovação fechada, era de auto-suficiência. Fazia-se tudo por conta própria e não se contava a ninguém. Hoje, o conhecimento está em todo lugar e as companhias têm de usar melhor idéias de fora. Não é necessário nem esperto fazer tudo sozinho. A pesquisa está encarecendo, o ciclo de produtos está encurtando, e é preciso trabalhar mais duro para recuperar o investimento. Ser mais aberto permite não só poupar dinheiro, mas também tempo e compartilhar riscos. Mas a abertura não é só na entrada, também deve ser na saída de idéias da empresa. As companhias devem deixar outros usarem suas idéias para levá-las ao mercado em outros negócios. Isso é o que faz o sistema funcionar.
EN- Mas há o receio de compartilhar demais, que leva companhias a manter parte de suas pesquisas para si, não?
Henry Chesbrough - A IBM é um exemplo: doa patentes de software, mas também licencia muitas outras e ganha bilhões com isso por ano. A Intel trabalha com universidades na pesquisa de semicondutores, mas a tecnologia dos chips pertence basicamente a ela. A empresa se abre para parceiros, que ajudam a criar valor para os seus produtos, mas para transformar esse valor em algo rentável, é preciso ser mais proprietário. Senão a empresa não faz dinheiro e não se sustenta a longo prazo.
EN- Como decidir o que deve ser compartilhado?
Henry Chesbrough - Esta é a arte da inovação aberta. A P&G compartilha a maioria de suas tecnologias, mas o faz três anos depois de seus produtos chegarem ao mercado. Com isso, está sempre à frente e faz com que outros a sigam. No Google, você pode usar muitos serviços sem gastar nada, mas a forma exata como a empresa os constrói, a tecnologia por trás, ela guarda para si. A regra é: você quer ser aberto ao criar valor e fechado quando quer capturar uma parte dele para si. Uma companhia nova deve ser aberta para que as pessoas a encontrem, usem e a considerem valiosa. Quando se estabelecer, pode pensar em quais pontos pode ser mais fechada.
EN- Então o modelo de inovação fechado não está morto como dizem?
Henry Chesbrough - O modelo fechado sobrevive dentro de um modelo mais aberto. No modelo aberto, é muito mais valioso ser um integrador do sistema de inovação, como faz a IBM hoje em dia ao oferecer produtos e serviços criados por terceiros. É preciso pensar como as peças se encaixam. Mas isso requer P&D interno para descobrir como fazer.
EN- Na inovação aberta, parceiros ajudam a criar produtos e as estratégias em torno deles, mas uma empresa é a responsável pelo lançamento e pelas receitas. Como esse parceiros devem ser recompensados pela sua ajuda?
Henry Chesbrough - Pessoas de tecnologia tendem a pensar que merecem a maior parte do quinhão, porque se consideram mais inteligentes e por terem a propriedade intelectual. Obviamente, os custos devem ser pagos e o lucro repartido. A tecnologia ainda é muito importante, mas é preciso ir além dela e analisar o mercado para entender de onde vem o valor de seu produto e qual parte cabe a quem. Acredito que quem conquista clientes e os faz feliz, que é de onde vem o maior valor, deve levar a maior parte.
EN- No seu livro, o senhor cita casos da área de tecnologia como Intel e IBM. A inovação aberta é restrita às empresas high-tech?
Henry Chesbrough - Não. Leon, no México, é uma cidade dedicada a fazer sapatos, que não são produtos de alta tecnologia. Desenvolvi com eles um projeto para descobrir como vender para os hispânicos americanos, que serão 75 milhões em 2010. Eles estão preocupados com a chegada dos produtos chineses, que são muito mais baratos. Uma saída é subir de patamar e criar uma imagem mais nobre para os sapatos deles, encontrar mercados pouco explorados. As empresas de lá não conseguirão fazer isso sozinhas. Elas vão precisar de uma série de parcerias para fazer isso e com a rapidez necessária.
EN- O senhor publicou seu primeiro livro em 2003. Como o conceito de inovação aberta evoluiu desde então?
Henry Chesbrough - No primeiro livro, eu foquei em P&D e na comunidade de tecnologia, mas comecei a falar com outras empresas depois e vi que muitas enfrentavam dificuldades com o lado de negócios. No meu segundo livro, falo sobre como se abrir também nessa área de estratégia e marketing para solucionar problemas. Significa pensar o que define um modelo de negócio, como avançar e quem já fez isso. Se você pensa inovação em pesquisa, você só vai até um certo ponto. Ao incluir mais áreas, você pode inovar em modelos de negócios e isso pode ser muito valioso.
EN- O que é um modelo de negócios aberto?
Henry Chesbrough - É usar várias fontes para pensar a criação e captura de valor em seus produtos. Por que uma empresa deve fazer pesquisa de marketing só sobre si? Por que não fazer para as outras também? Muitas companhias não compartilham pesquisas, mas só assim se você realmente vai entender o mercado. Um outro exemplo é a Samsa, a engarrafadora da Coca-Cola no México. Ela presta esse serviço para outras empresas e ganha experiência com isso. Ao se abrir, uma empresa transforma um centro de custo em um centro de lucro ao cobrar de parceiros por serviços que você teria de fazer também para si.
EN- Porque o senhor considera mais difícil inovar em um modelo de negócios do que em tecnologia?
Henry Chesbrough - Temos boas experiências de décadas para inovar em produtos e tecnologia, mas ainda não criamos bons processos para fazer isso em modelos de negócios. Ambos os casos são difíceis. Mas há uma área inteira de engenharia só para pensar novos produtos. No modelo de negócios, é preciso relacionar a tecnologia com operações e estratégia, que são pensadas em lugares diferentes por pessoas diferentes. Você tem de reunir tudo, o que é mais complicado.
EN- O modelo de inovação aberta surgiu a partir do modelo anterior fechado. Sem tradição em pesquisa por empresas e com muito desse trabalho feito em universidades, o Brasil não teve esse modelo fechado. Podemos criar um modelo de inovação aberta a partir do nada?
Henry Chesbrough - Sim. México e Espanha também não têm tradição em pesquisa e consideram a inovação aberta útil para criar um nova mentalidade colaborativa. Essas regiões querem crescer, mas não podem fazer grandes investimentos. A cooperação de pessoas em áreas de interesse comuns para avançar mais rápido. Você precisa de parques e universidades, porque esses lugares têm pessoas que sabem como o sistema funciona e como ele vai se comportar no futuro. Você precisa investir em pesquisa de longo prazo e na experimentação de modelos de negócios. Você precisa de capital para sustentar tudo isso. Com as peças no lugar, vira uma questão de capital humano, talento e conhecimento, e o Brasil tem muito disso.
EN- Como criador do conceito de inovação aberta, no que o senhor está trabalhando agora?
Henry Chesbrough - Em três questões: ir mais a fundo no gerenciamento da propriedade intelectual e fazê-la de forma mais aberta e colaborativa, pensar inovação em serviços por meio dessa abordagem aberta e buscar uma visão mais global do fenômeno. Nos últimos meses, viajei para vários paises e quero criar centros pelo mundo, como fiz na Holanda e na Bélgica. Vamos fazer um no Brasil e há outro a caminho na Suíça e no Japão. Não posso levar esse conceito à frente globalmente sozinho. Numa mentalidade de inovação aberta, busco pessoas inteligentes para conectá-las e promover trocas de experiências e informação.
EN- Quais são os principais desafios da inovação aberta?
Henry Chesbrough - O principal é a mentalidade. Organizações grandes e bem sucedidas têm orgulho de suas próprias realizações, superestimam suas habilidades e subestimam as de outros. Se elas não pensaram em algo, é porque não é bom. Se fosse, já teriam criado. É algo difícil de superar. No lado de negócios, há um equivalente: pensar que uma tecnologia deve ser usada primeiro por quem a inventou e, caso não o faça, ninguém mais pode usá-la. Isso não faz sentido. Se você não vai usar algo, deixe que alguém use. A propriedade intelectual historicamente é gerenciada pelas companhias de uma forma defensiva. Temos de pensá-la de forma mais aberta. Você pode licenciar algo para ganhar um dinheiro adicional ou compartilhar para criar padrão técnico na sua área. Há também o desafio de empresas trabalharem com universidades. Nesse modelo, os dois lados precisam mudar.
EN- E como mudar essa mentalidade?
Henry Chesbrough - Pelas companhias que estudei, só um choque é capaz de fazer as pessoas perceberem que é preciso mudar a forma se inova. Empresas que vão bem não farão isso. Quando ocorre esse choque, a liderança da empresa precisa transformar a crise em oportunidade. Nos casos mais bem sucedidos, havia líderes dizendo que não era possível mais fazer negócios daquela forma. A mudança precisa vir do topo.”
1 comment 27/02/2009
Artigo sobre parcerias na indústria farmacêutica
por Samanta Yang
Boa tarde pessoal, como vão?
Agora há pouco estava lendo o artigo: Estratégias de competição na Indústria Farmacêutica: das cadeias verticais às parcerias flexiveis, de autoria de Caissa Veloso E. Sousa (FEAD) e Erich Vale E. Sousa (FEEVALE), publicado no XXVII Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP 2007).
A pricípio, o título de trabalho nos leva à sensação de que o que vai ser discutido é interessante e de profundidade. Pois não achei nada disso… Achei um texto superficial e com informações bastante repetidas e já conhecidas. Mas o que me chamou a atenção deste artigo, e por isso venho escrever aqui, é o final dele. Nas conclusões, os autores escrevem o seguinte trecho:
“As formas assumidas na composição das parcerias na indústria farmacêutica, demonstram que estas dificilmente assumem modelos de parcerias em formato de redes, salvo nas fases iniciais dos projetos. De outra forma, o que se observa são parcerias flexíveis nas fases onde o objetivo de interação é o produto frente ao seu mercado, incluindo propaganda e estratégias de marketing compartilhado, ou as inúmeras incorporações e fusões observadas em especial nas duas últimas décadas, visando dentre outros objetivos aumentar seu poder no mercado”.
Na primeira vez que li estas últimas frases, não entendi. Depois reli e achei um tanto polêmico e é exatamente por isso que gostaria de discutir e saber a opinião de vocês. Vejam que este trecho não somente nega toda a minha pesquisa de mestrado, que estuda justamente as interações entre as indústrias farmacêuticas e seus stakeholders no processo de inovação, mas também o que temos lido, ouvido e falado a respeito de open innovation em indústrias farmacêuticas. Além disso, tenho visto em minhas pesquisas que essa relação de parceria não ocorre somente nas fases iniciais da pesquisa, mas durante todo o processo de desenvolvimento de produto até seu lançamento – alternando, é claro, o grau de envolvimento dos parceiros durante o projeto.
Além disso, durante todos os meus anos no cenário farmacêutico, nunca havia ouvido falar do que ele chama de co-marketing e co-promoção como parcerias desenvolvidas neste setor. Ao contrário, estes comportamentos me parecem um pouco contraditórios em se tratando de medicamentos.
Gostaria que vocês pensassem a respeito do assunto e, se possível, dessem a opinião de vocês. Ela me ajudaria bastante a embasar um contraponto deste trabalho no meu projeto.
Acho que era isso…
Bjos
3 comments 11/02/2009
Agenda de eventos 2009
por Verónica Savignano
Numa tentativa de ampliar o post do Claudio, compartilho com vocês a minha relação de conferências, workshops e simpósios 2009 sobre Open Innovation. Tem vários eventos acontecendo ainda neste mês e vários call for papers encerrando em março…
- Open Innovation Conference 2009. Norwich (Reino Unido), 21 de janeiro de 2009. Dedicada a Open Innovation. Mais info: http://www.norfolknetwork.com/a.php?cat=12101&article_id=2794.
- Symposium on Global Open Innovation Networks, OECD. Paris (França), 23 de janeiro de 2009. Dedicado a Open Innovation. Mais info: http://www.eirma.org/f3/calendar.php?do=getinfo&e=265&c=1
- Front End of Innovation – Europe. Monte Carlo (Mônaco), 26 a 28 de janeiro. Alguns tópicos relacionados com Open Innovation: Open Innovation Symposium-Leveraging Partnerships for Growth; Co-Creation /User Focused Innovation, Business Model Innovation for Growth. Mais info: http://www.iirusa.com/feieurope/home.xml
- CoDev2009 – Building Open Innovation Capabilities for Higher Value Business Opportunities. Scottsdale (EUA), 26 a 28 de janeiro de 2009. Dedicada a Open Innovation. Mais info: http://events.roundtable.com/codev/
- Conference on Knowledge Strategies for the European Innovation Economy. Helsinki (Finlândia), 30 a 31 de março de 2009. Mais info: http://www.visioneranet.org/index.phtml?s=90
- Marcus Evans 3rd Annual Open Innovation Conference - Enahncing the Scope of Your Creative Enterprise through Co-Innovation Relationships. Las Vegas (EUA), 6 a 8 de abril de 2009. Dedicada a Open Innovation. Mais info: http://www.marcusevans.com/html/eventdetail.asp?eventID=15339&SectorID=19&divisionID=
- Third Conference on Micro Evidence on Innovation in Developing Economies. Rio de Janeiro (Brasil), 10 a 12 de maio de 2009. O foco são as contribuições baseadas em microdados de empresas ou de famílias, estudos de caso e análises comparativas de países. Alguns tópicos relacionados com Open Innovation: Inovação nas universidades e em instituições públicas. Submissão de artigos: 2 de março de 2009. Mais info: http://www.merit.unu.edu/MEIDE/ e http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/meide/index.html.
- Front End of Innovation – USA. Boston (EUA), 18 a 20 de maio de 2009. Alguns tópicos relacionados com Open Innovation: Partnering factors – Leveraging partners for growth. Mais info: http://www.iirusa.com/feiusa/fei-home.xml
- The XX ISPIM Conference – The future of innovation. Vienna (Austria), 21 a 24 de junho de 2009. Alguns tópicos relacionados com Open Innovation: Networks and clusters of innovation, Collaboration for innovation, Entrepreneurship and intrapreneurship. Submissão de artigos: 31 de dezembro de 2008 (encerrada). Mais info: http://conference.ispim.org/index.php
- 3rd FLOSS International Workshop on Free/Libre Open Source Software. Universidade de Padua (Itália), 2 e 3 de julio de 2009. Alguns tópicos relacionados com Open Innovation: Innovation models (FLOSS [sic] based innovation, open innovation, user innovation, public domain innovation, standards and interoperability, appropriability, sustainability and competitive advantage, etc.). Submissão de artigos: 31 de março de 2009. Mais info: http://www.decon.unipd.it/personale/curri/manenti/floss/CFP_floss2009.pdf
- 10th International CINet Conference - Enhancing the Innovation Environment. Brisbane (Australia), 4 a 8 de setembro de 2009. O público-alvo são acadêmicos, profissionais e consultores da gestão de inovação. Alguns tópicos relacionados com Open Innovation: Open innovation, Entrepreneurship & intrapreneurship as sources of innovation. Submissão de artigos: 9 de março de 2009. Mais info: http://www.continuous-innovation.net/Events/CINet2009.html
Se souberem de mais algum evento relacionado, compartilhem conosco nos comentários!
Add comment 15/01/2009
