Posts Taggedinnovación abierta

Entrevista com Wim Vanhaverbeke

por Verónica Savignano

A revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios publicou uma entrevista com Wim Vanhaverbeke, co-autor de “Open Innovation: Researching a New Paradigm”  e co-fundador de OpenInnovation.eu.

O professor belga comenta os benefícios dos modelos abertos para as pequenas empresas, os empecilhos mais comuns a uma boa implantação da inovação aberta e o status da prática da open innovation no mundo.

Boa leitura!

    

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Add comment 22/05/2009

Answering your questions (7): universities corporate funding

by Henry Chesbrough

Question by Flavio

How to deal with the dilemma of balancing the row of the university between basic research and applied research for the industry? Working for the industry wouldn´t lead universities to put aside basic research efforts? (Because companies finance development and research is the role of the university)

My answer

There is an interesting book by a former President of Harvard University, Derek Bok, called Universities and the Marketplace, that asks this same question.  There are pressures and there are important conflict of interest issues that arise with the increasing role of companies funding university research.  But professors are still curious creatures, and there is little evidence to date that this is dampening basic research.  The best studies I know on this are by Fiona Murray and Scott Stern of MIT and Northwestern.  They ask the question of whether corporate funding causes scientists to delay publications in basic science journals.  They find that corporate funding adds 1-2 months’ delay.  So there is some delay, which is bad.  But the funds provided may not have been there at all otherwise, so that part is good.

 

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1 comment 12/05/2009

Venture Capital e Open Innovation

por Verónica Savignano

No passado, vistos através dos óculos da “inovação fechada”, eram considerados piratas que roubavam os desenvolvimentos das áreas de P&D das grandes companhias. Hoje são catalisadores da inovação em modelos abertos. Colaboram para retirar da gaveta algumas criações geradas dentro da empresa.

Quem são? São os agentes do Venture Capital (VC).

Nestes dois curtos vídeos filmados no Open Innovation Seminar 2008, Cláudio Furtado, estudioso do Venture Capital na FGV, dá uma aula sobre o tema e aborda, em particular, a relação entre VC e inovação aberta.

Na nossa sociedade do conhecimento, contextualiza Furtado, são quatro os fatores que contribuem na criação de valor:

  • capacidade de formar novas empresas, 
  • capacidade de explorar know-how tecnológico e propriedade intelectual 
  • capacidade de desenvolver e comercializar novos produtos e serviços (inovação)
  • desenvolvimento de novas formas específicas de organização empresarial para criar conhecimento e competências dentro de redes de cooperação e alianças

Vejam como segue a palestra:

Para melhor visualizar os números do VC no Brasil introduzidos por Furtado nos vídeos, vejam os slides que ele apresentou no evento:

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Add comment 08/05/2009

Living Labs: estudo sociológico, novo lab português e workshop

por Verónica Savignano

Algumas notícias nos últimos dias tratam sobre Living Labs.

Se o leitor está se perguntando o que são Living Labs, já adianto que há várias definições na web. Mas podemos dizer que se trata da prática de uma metodologia para co-desenvolvimento de pesquisa e inovação baseado na participação dos usuários de produtos e serviços. 

Normalmente os Living Labs envolvem cidadãos comuns (inclusive as nossas vovós, moradores de rua e demais pessoas que em outros contextos ficariam marginadas do processo de inovação), empresas e órgãos do governo. As inovações podem virar tanto produtos para o mercado quanto serviços públicos. Geradas para atender uma demanda municipal, podem acabar atendendo um mercado global. 

Tem, no mínimo, duas grandes iniciativas de Living Labs:

  • Open Living Labs, da rede européia de Living Labs (ENoLL, na sigla em inglês). Começou em 2006 e conta com financiamento da Comunidade Européia. O Brasil é o único país da América Latina na relação de Living Labs da rede, que já inclui mais de cem labs.
  • Living Labs Global, voltado à criação de um mercado global da mobilidade. Tem este site tipo institucional e este focado na associação de novos membros  (vale a pena visitar; é lindo!)

Vamos às notícias anunciadas na primeira linha deste post:

Estudo europeu apresenta resultados sobre a invenção de aplicações online e de televisão interativa realizada por usuários finais (portal de notícias Trading Markets.com, 28/05/2009)

Parte do projeto Citizen Media, o estudo foi conduzido durante três anos por sociólogos e engenheiros e envolveu participantes de Living Labs de várias cidades da Europa. Empresas como a Alcatel-Lucent tiveram ativa participação na pesquisa. O release destaca que centenas de cidadãos comuns sem experiência particular em TICs (alguns nunca tinham usado a Internet) inventaram uma ampla gama de aplicações online com benefícios sociais.

Constituição da Lighting Living Lab Associação (semanário português Soberania do Povo, 01/05/2009)

Criação de um novo Living Lab da rede européia focado na inovação aberta no campo da iluminação, com destaque para a eficiência energética. Os criadores deste Living Lab português são o município de Águeda, a Universidade de Aveiro e várias empresas.

‘Living Labs’ são destaques no workshop de Inovação Tecnológica (notícias do site do governo de Espírito Santo, 27/04/2009)

A notícia descreve o workshop de Inovação Tecnológica realizado em Vitória, cujo destaque foram os Living Labs. O evento contou com a presença do presidente da Rede Européia de Living Labs e representantes da Nokia e Alfamicro, empresas participantes da iniciativa européia. A programação também contou com palestras sobre os Living Labs brasileiros membros da rede européia. Segundo a notícia, os labs nacionais são: Espírito Santo Cidadania Digital, da Universidade Federal do Espírito Santo; Amazon Living Lab, da Fundação Paulo Feitosa; Innovation Agency, da Inova Unicamp e Mobile Work Spaces Living Lab, da IndT.

Chamada à participação: em direção a um manifesto da co-criação em Living Labs (blog Owela)

O workshop será realizado no dia 24 de agosto e visa expor e discutir práticas de co-criação no contexto de Living Labs com a finalidade de elaborar um manifesto. A submissão de trabalhos (até 1.000 palavras) encerra no dia 10 de maio!

 

 

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Add comment 06/05/2009

Cases brasileiros de open innovation: Omnisys

por Verónica Savignano

“Se tem sinônimo para a Omnisys, é inovação”, disse Luiz Henriques no Open Innovation Seminar 2008. A empresa se destaca por trabalhar com conhecimento muito específico e diversificado para desenvolver soluções de eletrônica para tráfego aéreo, lançamento de foguetes, radares meteorológicos, satélites…  

Nestes vídeos, filmados no evento, Henriques conta como a open innovation se transformou no “caminho natural” para a Omnisys; como a empresa aproveita os recursos públicos para mitigar riscos, e como a Omnisys se tornou parceira de P&D de um grupo multinacional líder em sistemas de informação para defensa, segurança e indústria aeroespacial.  


Add comment 01/04/2009

Open innovation em eventos de áreas diversas

por Verónica Savignano

Num post anterior, o Bruno tinha feito um comentário sobre a inserção da expressão “open innovation” no título do simpósio da OCDE.

É de fato interessante acompanhar como “open innovation” vai se inserindo nos nomes de eventos internacionais de áreas variadas do conhecimento. Ontem achei dois exemplos:

  1. User and Open Innovation Workshop, que incorporou a palavra “open” no ano passado. Antes era só “user innovation
  2. Minitrack “Collaboration Systems for Open Innovation” na Hawaii International Conference on System Sciences. Aqui a questão é ver como as TIs podem dar suporte à inovação aberta. 

Para mais detalhes sobre esses e outros eventos, visitem a nossa Agenda OI (acima, a aba do meio), que começou como um post e, dado o sucesso, foi transformada numa página.

Add comment 13/03/2009

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