Posts Taggedinnovación abierta
Eventos sobre open innovation em 2010
por Verónica Savignano
Caros leitores, vejam alguns eventos sobre inovação aberta e temas correlatos que vão ocorrer durante 2010.
5 a 8 de janeiro de 2010. Hawaii International conference on system sciences – Minitrack: Collaboration Systems for Open Innovation. Hawai. Mais informações: http://www.hicss.hawaii.edu/HICSS_43/apahome43.htm
25 a 27 de janeiro. CoDev2010. 9 th annual international congress on co-development and open innovation. Phoenix, Arizona Area (EUA). Organizado por The Management Roundtable e PDMA (Product Development and Management Association). Mais informações: http://events.roundtable.com/codev.
1 a 4 de fevereiro. ASAP Global Alliance Summit. Conferência sobre gestão de alianças estratégicas e colaborações. Anaheim, CA (EUA). Organizado por ASAP (Association of Strategic Alliance Professionals). Mais informações: http://www.strategic-alliances.org.
8 a 10 de fevereiro. Front End of Innovation Europe. Critical Factors for Balancing Short-term Profitability with Long-term Sustainability. Amsterdam (Países Baixos). Organizado por PDMA(Product Development and Management Association) e IIR (Institute for International Research). Mais informações: http://www.iirusa.com/feieurope/home.xml.
17 e 18 de março. Breakthrough Innovation 2010. Barcelona (Espanha). Organizado por Connecting Group. Mais informações: http://www.connecting-group.com/Web/EventOverview.aspx?Identificador=8
3 a 5 de maio. Front End of Innovation USA. A New Front End of Innovation: The Era of Collaboration. Boston, MA (EUA). Organizado por PDMA(Product Development and Management Association) e IIR (Institute for International Research). Mais informações: http://www.iirusa.com/feiusa
2 comments 16/12/2009
Manual europeu de diretrizes para pesquisa colaborativa
por Verónica Savignano
Está online a versão 1.1 do manual de diretrizes da Responsible Partnering para boas práticas em pesquisa colaborativa e transferência de conhecimento entre ICTs (Instituições Científicas e Tecnológicas) e empresas.
O manual é baseado nos resultados de eventos e outras atividades desenvolvidas pelas organizações européias a que lideram a iniciativa Responsible Partnering. Trata-se de organizações de apoio à pesquisa, desenvolvimento e transferência tecnológica que representam setores ligados à academia (três delas) e à indústria (apenas uma): a European University Association (EUA), European Association of Research and Technology Organizations (EARTO), a ProTon (rede de escritórios de transferência de conhecimento de instituições de ensino e pesquisa da Europa) e a European Industrial Research Management Associatio (Eirma).
A seguir, um resumo das diretrizes para empresas, ICTs e governos enumeradas no manual:
- Desenvolver uma visão estratégica de como as atividades de pesquisa colaborativa e transferência de conhecimento vão auxiliar as partes a atingir seus objetivos. Definir políticas, comunicá-las e garantir compreensão e alinhamento.
- Alinhar, com transparência, os interesses e expectativas dos vários parceiros envolvidos.
- Usar práticas consolidadas (não re-inventar a roda) e adotá-las como práticas-padrão (isso ajudará no desenvolvimento de colaborações duradouras).
- Disponibilizar apoio profissional de alta qualidade para a gestão da pesquisa colaborativa e da transferência de conhecimento.
- Desenvolver programas e ambientes de aprendizagem para que as equipes adquiram habilidades inerentes à inovação aberta: gestão de projetos, empreendedorismo, desenvolvimento de negócios, gestão da propriedade intelectual.
- Conseguir uma gestão da propriedade intelectual eficaz, que facilite a criação de valor num contexto de inovação aberta, maximize o potencial de comercialização e incentive futuros investimentos em pesquisa.
- Abordar a inovação de maneira interdisciplinar, incluindo a inovação no modelo de negócios, no design e organizacional.
- Incentivar a pesquisa avançada, a educação e treinamento de alta qualidade e a existência de escritórios de transferência tecnológica com profissionais competentes nas instituições públicas.
Um ponto interessante citado várias vezes no documento é a afirmação de que as atividades de pesquisa colaborativa são mais produtivas dentro de ambientes relativamente estáveis, embora também dinâmicos, onde há confiança.
O manual inclui seções sobre os pontos a considerar para redigir um convênio de pesquisa colaborativa, aspectos legais da colaboração e ckecklist para aplicar as diretrizes na empresa.
Add comment 10/12/2009
Curso de Chesbrough e Vanhaverbeke sobre pesquisa em open innovation
por Verónica Savignano
Compartilho com os leitores, especialmente os que estão fazendo doutorado em temas correlatos à inovação aberta, esta informação recebida sobre um seminário para PhDs que estudam open innovation e open business models.
Trata-se de um curso de 2 dias (14 e 15 de janeiro) em Barcelona, na escola de negócios ESADE. Os organizadores são dois dos mais relevantes pesquisadores da área, os professores Henry Chesbrough (colaborador deste blog) e Wim Vanhaverbeke.
A partir da leitura dos tópicos que serão abordados (vejam abaixo, na reprodução do texto de divulgação), infiro que o curso vai fazer uma revisão do arcabouço teórico que pode embasar a pesquisa em inovação aberta, vai colocar os temas de pesquisa emergentes na academia e e vai também falar sobre recursos para a pesquisa em inovação aberta (bases de dados, por exemplo). O texto de divulgação faz menção à possibilidade de que os participantes do seminário discutam com seus pares suas pesquisas em andamento.
Vejam o texto de divulgação dos organizadores:
- School: ESADE Business School

- Date: Jan 14-15, 2010
- Time: 09:00 h. to 13:00 h. - 14:00 h. to 18:00 h.
- Place: ESADE Business School Address: Barcelona – Sant Cugat Campus
- Room: To be confirmed
- ECTS: 3
- Fee: 660 €. Special fee for CEMS / EDAMBA
- Language: English
- Participants max: 25
- Participants min: 4
- Enrolment deadline: January 4th , 2010
- Applications to: Ms. Olga Linares - olgamaria.linares@esade.edu
- Contact information: Ms.Pilar Gállego - pilar.gallego@esade.edu
Add comment 07/12/2009
Riscos da inovação aberta
por Verónica Savignano
O artigo Open R&D and open innovation: exploring the phenomenon, dos editores convidados da edição especial da R&D Management de setembro deste ano (entre eles, Henry Chesbrough), cita um estudo realizado em 2008 com 107 empresas européias de todos os portes, em que as companhias mencionam quais são os riscos ligados a atividades de inovação aberta. Os riscos mais freqüentes apontados pelo estudo são:
- Perda de conhecimento (48%)
- Custos de coordenação mais altos (48%)
- Perda de controle e maior complexidade (41%)
Longe de diminuir a importância da inovação aberta, descrita no mesmo artigo como necessária para atender as crescentes demandas por ciclos de inovação mais curtos e time to market reduzido, os autores aconselham um equilíbrio entre inovação aberta e fechada e instigam os estudiosos a continuar se esforçando para entender melhor os mecanismos do processo de inovação, dentro e fora da companhia.
Add comment 04/12/2009
Notícias, artigos, entrevistas e oportunidades de financiamento
por Verónica Savignano
Saiu a segunda edição do Boletim Inovação Aberta – newsletter bimestral do Centro de Open Innovation -Brasil.
Esta edição traz, entre outros conteúdos, a visão do diretor de Inovação e Novos Negócios da Telefonica, do diretor científico da Fapesp e do gerente de Estratégia Tecnológica da Petrobrás sobre os desafios dos projetos colaborativos de inovação. Os entrevistados apontam como os principais desafios a barreira cultural à colaboração, o bom entendimento entre as partes sobre objetivos, metodologia e expectativas e o estabelecimento de parcerias entre fornecedores e academia. Vejam as respostas completas deles.
Tem também na edição uma notícia sobre a participação do professor Henry Chesbrough no advisory board da Allagi, com palavras dele sobre a incipiente economia do conhecimento brasileira e sobre a rede de pessoas entusiasmadas com a inovação aberta que ele conheceu no Brasil. “Estamos criando uma rede de pesquisadores, executivos e formuladores de políticas públicas para traçar o percurso da open innovation no Brasil”, diz Chesbrough na notícia.
A seção Suíte de novembro descreve o caso do desenvolvimento do radar meteorológico da Omnisys e mostra como pequenas empresas brasileiras podem encontrar seus lugares nas redes mundiais de inovação aberta, apoiando-se em nossas ICTs e em nossas políticas de incentivo à inovação e fazendo parcerias com grandes empresas.
Também sobre redes mundiais de inovação é a oportunidade de financiamento destacada nesta edição do boletim. Trata-se da Chamada Oseo-Finep – um edital no mínimo interessante, que pode ser compreendido como incentivo à organização dessas redes envolvendo pequenas e médias empresas e seus parceiros.
Além disso, a newsletter traz uma cobertura geral do Open Innovation Seminar, com comentários dos organizadores, da empresa patrocinadora-participante Fosfertil e de Henry Chesbrough, e uma notícia sobre as iniciativas pró inovação da Agência USP. O coordenador do NIT da USP divide as ações em dois tipos: aquelas em que a agência responde a demandas das empresas (parcerias para co-desenvolvimento e o Portal i3 Open Innovation, recentemente lançado) e aquelas que surgem de avanços científicos e tecnológicos e do empreendedorismo dos grupos de pesquisa da universidade e da comunidade universitária como um todo (licenciamento de patentes, incubação de spin-offs e a Olimpíada USP de Inovação).
O boletim, finalmente, convida à leitura de algumas notícias sobre inovação aberta publicadas entre outubro e novembro em diversos veículos online e dos nove artigos acadêmicos da edição especial sobre PD&I aberta do periódico R&D Management. A resenha dos artigos mostra que a open innovation está se consolidando como tema de pesquisa (aparentemente, sem participação de acadêmicos brasileiros – ainda…).
Nesta edição de novembro do Boletim Inovação Aberta, a Allagi participou com patrocínio e colaboração.
Add comment 02/12/2009
Inovação aberta, sociedades fechadas (chamada de artigos)
por Verónica Savignano
Caros leitores, tem mais uma revista acadêmica lançando uma edição especial sobre inovação aberta. O periódico é o International Journal of Innovation and Sustainable Development (IJISD). O nome da edição, “Open Innovation, Closed Societies”.
A edição pretende explorar a relação da inovação aberta com as várias fronteiras sociais (geográficas, políticas, econômicas, educacionais, etárias, de gênero, de segmento etc).
- Cross-industry OI
- Cross-border OI
- International and intranational OI
- OI beyond economy
- OI and age
- OI and gender
- OI and social structure
- OI and organisational boundaries
- OI and business process outsourcing
- OI and ethics
Texto da chamada: http://www.inderscience.com/browse/callpaper.php?callID=1227
Prazo para submissão dos artigos: 30 de setembro.
2 comments 24/08/2009
Open innovation e embalagens
por Verónica Savignano
Ilustrando como a inovação aberta está entrando na pauta da mídia segmentada, a EmbalagemMarca, revista do segmento de packaging, publicou uma entrevista dedicada à open innovation. O entrevistado é Lucas Aquino, colaborador deste blog.
Recomendo este texto, muito rico em conceitos aplicáveis no dia-a-dia de uma empresa:
http://www.embalagemmarca.com.br/embmarca/content/view/full/7303
Boa leitura!
Add comment 22/07/2009
Pós-graduação em inovação, venture capital e empreendedorismo
por André Saito
A FGV-SP está com inscrições abertas para a segunda turma do Post Graduate Diploma em Inovação, Venture Capital e Empreendedorismo. O novo curso contribui para a crescente oferta de educação e treinamento para profissionais de inovação, uma indicação de que a área possui um corpo de conhecimento próprio e requer formação específica.
O diferencial desse programa é a integração de três áreas críticas para a inovação aberta: empreendedorismo, que trata do processo de criação de empresas; venture capital, que aborda o financiamento de negócios de alto potencial; e a inovação em si. Assim, o curso atrai desde o empreendedor em potencial até o investidor em busca de negócios inovadores, além de gestores da inovação, naturalmente.
Com um número de vagas reduzido, disciplinas que fazem parte do mestrado acadêmico e profissional da instituição, e um regime intensivo de estudos, o curso tem a proposta ambiciosa de tornar-se referência na formação de empreendedores e gestores profissionais voltados à dinâmica da inovação aberta.
Para quem tiver interesse, o site do programa tem mais informações: www.fgv.br/diplomaivce. As inscrições vão até 6/7.
Add comment 24/06/2009
Webinar com Kodak e Dupont: como criar valor junto às universidades
por Verónica Savignano
O NCET2 realizará mais um webinar sobre open innovation. Este é da série mensal sobre relações estratégicas entre universidades e indústria.
Neste mês, o webinar contará com a diretora de Alianças Externas da Kodak e o diretor de Comercialização de Tecnologia do Centro Dupont para Pesquisa Colaborativa e Educação. Ambos vão compartilhar as suas experiências e visões sobre como trabalhar com universidades para criar valor para a empresa e também para o parceiro.
O webinar poderá ser acompanhado pela web no dia 9 de junho, das 14h às 15:30h (horário de Brasília). Para participar, basta ter uma conexão à Internet e registrar-se em https://www2.gotomeeting.com/register/244350547.
Add comment 05/06/2009
O Brasil ganhou o centro de open innovation!
por Verónica Savignano
Caros leitores, comemoremos.
Hoje foi formalizado um projeto nascido em junho passado de conversas entre Henry Chesbrough e organizadores e participantes do Open Innovation Seminar: foi lançado o Open Innovation Center – Brasil, também conhecido como OIC.
O centro será uma comunidade de profissionais da inovação e estudiosos do tema que difundirá e melhorará as práticas de inovação aberta no país. A proposta, própria de uma comunidade de prática, é que pessoas que trabalham com coisas similares dialoguem e realizem ações. Esperamos que experiências, idéias e ferramentas sejam compartilhadas para enriquecer o trabalho dos envolvidos em atividades de inovação. Esperamos que essa interação entre os participantes deslanche interessantes pesquisas acadêmicas e publicações, que possam ser aproveitadas pelos praticantes da inovação aberta.
O OIC tem o professor Henry Chesbrough, colaborador deste blog, como chairman do conselho acadêmico e está em estreita ligação com os centros da Europa e da Universidade de Berkeley.
Com certeza, o cenário brasileiro de inovação se enriquecerá com isso. E o nosso blog também!
Add comment 28/05/2009




