Posts TaggedEmpreendedorismo e Venture Capital
Venture Capital e Open Innovation
por Verónica Savignano
No passado, vistos através dos óculos da “inovação fechada”, eram considerados piratas que roubavam os desenvolvimentos das áreas de P&D das grandes companhias. Hoje são catalisadores da inovação em modelos abertos. Colaboram para retirar da gaveta algumas criações geradas dentro da empresa.
Quem são? São os agentes do Venture Capital (VC).
Nestes dois curtos vídeos filmados no Open Innovation Seminar 2008, Cláudio Furtado, estudioso do Venture Capital na FGV, dá uma aula sobre o tema e aborda, em particular, a relação entre VC e inovação aberta.
Na nossa sociedade do conhecimento, contextualiza Furtado, são quatro os fatores que contribuem na criação de valor:
- capacidade de formar novas empresas,
- capacidade de explorar know-how tecnológico e propriedade intelectual
- capacidade de desenvolver e comercializar novos produtos e serviços (inovação)
- desenvolvimento de novas formas específicas de organização empresarial para criar conhecimento e competências dentro de redes de cooperação e alianças
Vejam como segue a palestra:
Para melhor visualizar os números do VC no Brasil introduzidos por Furtado nos vídeos, vejam os slides que ele apresentou no evento:
Add comment 08/05/2009
Mais anotações sobre o simpósio da OECD
por Bruno Rondani
Continuo hoje com as minhas notas sobre o Symposium on Global Open Innovation Networks, do qual tive a oportunidade de participar em Paris na semana passada, no dia 23.
O que ficou mais claro para mim é que:
- Open innovation é visto como uma realidade presente que todas as empresas e governos e devem levar em consideração.
- Não se discute mais se open innovation é bom ou ruim, se é importante ou não, se o conceito é novo ou velho. O foco da discussão é saber como aplicar por parte das empresas e como estimular por parte do governo. Discute-se algo sobre definição do conceito, as formas de open innovation que irão prevalecer nos diferentes contextos, as métricas de gestão que podem ou não ser aplicadas. Discute-se como alinhar open innovation a estratégia da empresa. Como fazer open innovation uma atividade não exclusiva do P&D, mas conectada as áreas de marketing e finanças da empresa.
- Entre os modos de open innovation, parece perder um pouco de força o modelo que prega open innovation como um “marketplace” da inovação (nesse modelo open innovation não trás vantagem competitiva) e ganha mais força o modelo de corporate venturing, parceria entre pequenas, grandes empresas e fundos de investimento (compartilhamento de risco e complementação de competências para inovação em modelos mais flexíveis).
Como oportunidade para o Brasil, o que pensei com relação ao que vi:
- grandes corporações européias estão estabelecendo programas de parceria com pequenas empresas e internacionalizando suas atividades de P&D. Aqui se abre duas oportunidades claras: atrair investimento de P&D de multinacionais européias para o Brasil e inserir as empresas nascentes brasileiras nas redes globais.
- empresas brasileiras que queiram fortalecer a sua capacidade de inovação deveriam considerar seriamente a hipótese de investir em start-ups na Europa e nos EUA. É um excelente momento e uma boa estratégia para alavancar a sua competência.
Esta semana estou participando do evento CoDev 2009 em Scootsdale, AZ. Também dedicado a open innovation, este evento difere bastante do evento da OCDE e em seguida farei um comentário sobre o que vi por aqui e as diferenças da visão americana com relação à européia.
Add comment 29/01/2009
Entendendo o Venture Capital
por Fabiana Grieco
Na última sexta-feira (dia 21/11) André Saito, professor e vice-diretor acadêmico do GVcepe/FGV (e colaborador deste blog), proferiu uma palestra on-line sobre o funcionamento e a lógica do venture capital (VC). A palestra compôs o ciclo de chats e palestras virtuais promovidas pela Anprotec, que teve uma agenda (do dia 17 ao dia 21) participante da Semana Global do Empreendedorismo. Com temas voltados à inovação e ao movimento empreendedor brasileiro, a palestra do prof. André Saito focou a apresentação dos conceitos do Venture Capital, sua representatividade para o mercado de capitais e o ciclo de investimentos. Tópicos como o filtro de seleção dos investimentos e a expectativa dos gestores de Venture Capital também foram apontados. De forma interativa, o público da palestra pôde enviar suas perguntas que foram respondidas ao longo da apresentação. Abaixo é possível visualizar os slides que foram gentilmente cedidos pelo professor:
Add comment 24/11/2008


