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3rd Conference on Micro Evidence on Innovation in Developing Economies

por Claudio Mazzola

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em colaboração com o Maastricht Economic and Social Research and Training Centre on Innovation and Technology (UNU-Merit), anuncia a Third Conference on Micro Evidence on Innovation in Developing Economies (Meide), que será realizada no Rio de Janeiro entre os dias 10-12 de maio de 2009.

O objetivo da conferência é por em contato pesquisadores de todo o mundo para discutir a importância e as diferentes dimensões da inovação e sua relação com o crescimento econômico e o desenvolvimento. Contribuições baseadas em microdados de empresas ou de famílias, estudos de caso e análises comparativas de países são especialmente bem-vindas.

Exemplos dos tópicos que poderiam ser cobertos:

  • Inovação, produtividade e desempenho da empresa
  • Inovação, educação, saúde e capital humano
  • Inovação nas universidades e em instituições públicas
  • Adoção e difusão da tecnologia
  • Inovação e emprego
  • Inovação e o papel de empresas estrangeiras
  • Inovação e o papel de instituições financeiras
  • Inovação e comércio internacional
  • Comparações internacionais do desempenho da inovação
  • Eficácia de políticas da inovação
  • Métrica da inovação
  • Inovação Não-Tecnológica

Ainda, nesta conferência, haverá as “PhD sessions”, sessões que têm por público preferencial estudantes de PhD em estágios iniciais ou de qualificação ou pesquisadores que desejem discutir pesquisas em estágios iniciais.

Mais informações:

http://www.merit.unu.edu/MEIDE/
http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/meide

1 comment 14/01/2009

Eventos interessantes em agosto

2 comments 04/08/2008

Apresentações do Open Innovation Seminar 2008

Informamos a todos os interessados que já está disponível para visualização e download o material apresentado no Open Innovation Seminar 2008, realizado no dia 16 de junho último.
O evento foi dividido em uma palestra proferida pelo Prof. Henry Chesbrough, autor dos livros Open Innovation e Open Bussiness Models, seguida por três mesas de debates com especialistas.


9h – 9h15: Abertura – Bruno Rondani

9h15 – 11h: Palestra – Henry Chesbrough

11h20 – 13h20: Mesa 1 – Iniciativas de Open Innovation no Brasil

Contou com as presenças de Sônia Tuccori (Natura), Ogari Pacheco (Cristália), Hugo Resende (Embraer), Luiz Henriques (Omnisys) e Cezar Taurion (IBM), sob moderação do Prof. Flávio Vasconcelos (FGV). Seguem as apresentações da Natura e da Embraer:

14h40 – 16h40: Mesa 2 – Open Innovation e o sistema nacional de inovação

Contou com as presenças de Jorge Ávila (INPI), Roberto Nicolsky (Protec), Maria Ângela do Rêgo Barros (Anpei) e Rodrigo da Rocha Loures (FIEP), sob moderação do Prof. João Furtado (Fapesp). A apresentação do INPI segue a seguir:

7h – 19h: Mesa 3 – Empreendedorismo e oportunidades trazidas pelo Open Innovation

Contou com as presenças de Eduardo Coasta (Finep), Roberto Lotufo (Inova-Unicamp), Guilherme Ary Plonski (Anprotec-PGT/USP), Cláudio Furtado (FGVA-GVCepe) e Afonso Cozzi (FDC), sob moderação do Prof. Tales Andreassi (FGV-EAESP). As respectivas apresentações seguem abaixo:

Add comment 23/06/2008

Rondani fala sobre o Open Innovation Seminar

Direto do site da Época Negócios:

A inovação aberta pode mudar o Brasil

O país já tem um grande capital intelectual gerado por centros e universidade, basta que as empresas captarem isso, diz Bruno Rondani, diretor da Allagi Consultoria e organizador do Open Innovation Seminar. O evento discutirá como alianças com outras empresas, clientes, universidades e até mesmo concorrentes pode ajudar companhias a inovar mais rápido, barato e melhor.

O laboratório Cristália tem parcerias com centros de pesquisa públicos para canalizar o bom desempenho financeiro gerado pela fabricação de genéricos para novas tecnologias próprias. Para criar novos produtos, a Oxiteno, fabricante de compostos químicos do Grupo Ultra, criou um conselho tecnológico e cientifico com especialistas de fora da empresa. A necessidade de inovar rapidamente fez a Natura formar um grupo misto de cientistas brasileiros, franceses, alemães e americanos que pensam juntos em como colocar novos produtos no mercado em menos tempo. Esses exemplos são a prova de que a inovação aberta já chegou ao Brasil.

O modelo representa um novo paradigma de como as companhias desenvolvem novas tecnologias e produtos. Ao fazer parcerias estratégicas com universidades e centros de pesquisa, empresas de outros setores, clientes e até mesmo concorrentes, elas inovam mais rápido, barato e melhor. IBM, Google e Procter & Gamble estão entre as grandes companhias internacionais que aplicam esse conceito com sucesso. A implementação de práticas desse tipo pode mudar o país, segundo Bruno Rondani, diretor da Allagi Consultoria. “O conceito é novo lá fora e ainda mais por aqui”, diz Rondani. “Mas o Brasil já tem um grande capital intelectual gerado por universidades e centros de pesquisa que pode ser aproveitado pelas empresas caso elas encontrem uma forma de captá-lo”. Levantamentos apontam que 70% do investimentos nacionais em inovação são feitos nestes institutos pelo governo.

O consultor acredita que a forma como pesquisadores de centros e universidades encaram as companhias mudou: eles estão mais abertos para cooperar em descobertas e tranformá-las em produtos para o mercado. Cabe às empresas encontrar uma forma de se relacionar com esses pólos, culturalmente distintos do mundo corporativo, para criar valor a partir do conhecimento científico nacional. “Muitas empresas dizem que isso não dá certo, pois os cientistas não respeitam prazos nem entendem o funcionamento de uma companhia”, afirma Rondani. “Mas elas também erram ao pensar nesses institutos com a lógica de terceirização em vez de tranformá-los em parceiros estratégicos em redes de inovação”. Debruçado sobre estudos e levantamentos sobre o tema, o consultor tem percebido uma mudança nesse cenário: cursos de preparação de executivos para gerir alianças heterodoxas começaram a ser lançados e surgiu um forte interesse de empresas em buscar parcerias para inovar, principalmente nos setores farmacêutico e de tecnologia da informação.

Na próxima segunda-feira (16/6), o surgimento da inovação aberta no Brasil será discutido no Open Innovation Seminar, que ocorrerá em São Paulo. O evento reunirá empresas e especialistas para discutir o modelo e seus impactos na forma de fazer negócios por aqui e lá fora. A abertura do seminário será em grande estilo, com uma palestra de Henry Chesbrough, diretor-executivo do Center for Open Innovation da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e criador o conceito. Chesbrough foi pioneiro ao identificar essa tranformação e relatá-la no best-seller Open Innovation (Inovação aberta, numa livre tradução do inglês). O evento contará ainda com três mesas de discussão: a primeira avaliará iniciativas nacionais na área, a segunda sessão debaterá como esse novo modelo pode tornar mais eficazes as políticas públicas de incentivo à inovação, e a última discutirá como a inovação aberta pode beneficiar não só o setor de pesquisa e desenvolvimento das empresas, mas também suas estratégias de negócios.

SERVIÇO

Open Innovation Seminar
16 de junho
World Trade Center – São Paulo
www.openinnovationseminar.com.br

Add comment 13/06/2008


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Allagi

Allagi é uma consultoria especializada em Open Innovation. "Allagi" vem do grego αλλαγή, que significa transformar, e alude ao conceito aristotélico de transformação de potência em ato. Transformação da pedra em escultura ou das idéias em valor econômico.

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