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Modelo de inovação empreendedor vs. corporativo: a sinergia entre startups e empresas maduras

No dia 5 de agosto o Centro de Open Innovation – Brasil realizou a segunda Reunião Temática do ano. Com o apoio da Agência de Inovação da USP e da Allagi, o evento aconteceu no auditório Professor Dr. Osvaldo Fadigas Fontes Torres, localizado no prédio do Centro de Computação e Eletrônica (CCE).

Público participante do evento

Com o tema “Modelo de inovação empreendedor vs. corporativo: a sinergia entre startups e empresas maduras”, o ciclo de palestras recebeu cerca de 90 pessoas , entre eles professores, pesquisadores, empreendedores, e representantes de grandes empresas como Portugal Telecom, Thales, Claro, Buscapé, Grupo Centroflora, entre outras, que debateram como iniciar o processo de inovação nas corporações, as formas de financiamento e incentivos governamentais que impulsionam a inovação. O evento foi mediado por Bruno Rondani, fundador e diretor executivo do Centro de Open Innovation – Brasil.

A reunião teve abertura de Cláudio Tervydis, diretor de inovação da Agência USP de Inovação seguido por André Saito, vice-coordenador acadêmico do Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital (GVcepe) que abordou a relação ‘Modelo de Inovação Empreendedor vs. Corporativo’, destacando as diferentes fases para o crescimento de um negócio. “Os empresários devem ter visão crítica sobre o momento certo para investir, empreender. Tem que estar atento ao fluxo do mercado e observar as melhores formas para fazer a empresa crescer, mesmo que esse crescimento signifique abrir mão de parte da instituição para investidores externos. O importante é estar apto para inovar na administração e sentir o que o mercado pede”, afirmou Saito.

A palestra do vice-coordenador do GV Cepe deu abertura a uma série de discussões e relatos, por parte dos participantes, sobre suas experiências na hora de empreender e inovar, trazendo a tona dois lados da moeda em um mesmo ambiente: pessoas que deixaram suas empresas para buscar investir no negócio próprio e empreendedores que buscam idéias para viabilizar em outras empresas, já estabelecidas no mercado.

Saito,  Rondani e Borges

Rodrigo Borges, sócio e co-fundador do Buscapé, deu sequência ao evento, apresentando uma palestra inédita sobre como foi o processo que tornou sua empresa uma das maiores referências do mercado brasileiro no ramo de TI. “Todo começo é difícil e no nosso caso foi ainda mais complicado, pois, de certa forma, inventamos um serviço que não existi

a no mercado. Investimos todo nosso tempo, enfrentamos grandes empresas e nos mantemos no mercado até a coisa funcionar. Foi uma iniciativa inovadora, recebemos propostas de empreendedores internacionais, buscamos recursos internos, analisamos o mercado e conquistamos nosso patamar”, disse Borges.

Segundo Rodrigo, o Buscapé está em constante caça a novos projetos e, para os interessados em mostrar e viabilizar suas ideias, a empresa disponibiliza o email m&a@buscape.com.br como contato. O evento foi transmitido ao vivo e acompanhado por mais de 700 pessoas pela IPTV da Agência USP de Inovação. O vídeo estará disponível em breve. Para ter acesso as apresentações da reunião, acesse o link: http://www.slideshare.net/Allagi/reunio-temtica-modelo-de-inovao-empreendedor-vs-corporativo-a-sinergia-entre-startups-e-empresas-maduras

As Reuniões Temáticas são organizadas pela equipe do Centro e viabilizadas pela Allagi e instituições que sediam os eventos. A próxima reunião acontecerá no dia 6 de outubro, no Inovatec 2010, em Belo Horizonte, com o tema “Gestão da Inovação e do Conhecimento”. Para saber a programação dos próximos eventos, inclusive a terceira edição do Seminário (www.openinnovationseminar.com.br), acesse: http://openinnovationbrasil.ning.com/events/reuniao-tematica-inteligencia

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Pequena e média empresa no foco da inovação

A agência de Inovação Inova Unicamp promoveu, no último dia 4, o evento Café de Inovação, um ciclo de palestras que reuniu executivos das áreas de P,D&I para debaterem a inovação em pequenas e médias empresas. Os palestrantes convidados foram Fábio Bueno, membro do Comitê Temático “Inovação nas PMEs”, Kleber Bacili, diretor de tecnologia da Sensedia, e Bruno Rondani, presidente do conselho administrativo da Allagi.

Realizado em parceria com o Ciesp e com apoio da CNPq, o evento foi iniciado com a apresentação de Fábio Bueno, do Comitê Temático “Inovação nas PMEs”, da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), que foi criado especialmente para conhecer o processo de inovação nas pequenas e médias, analisar programas de apoio nacionais e internacionais, bem como legislação e incentivos.

Segundo estudo apresentado por Bueno, desenvolvido junto a empresários, quatro problemas foram identificados como agentes que dificultam a inovação: falta de financiamento e recursos, burocracia, falta de apoio de parceiros tecnológicos e capacitação. Para sanar esses pontos, a Anpei desenvolveu iniciativas como cursos de capacitação e workshops.

A inovação aberta também foi tema do evento, sendo apresentada por Rondani em nome da Allagi. Bruno abordou os principais fundamentos desse conceito, criado por Henry Chesbrough em 2003 no livro Open Innovation: The New Imperative for Creating and Profiting from Technology.

Rondani ressaltou que a inovação aberta pode ser utilizada em qualquer parte do processo de inovação de grandes corporações assim como em pequenas e médias empresas, o que traria um diferencial na gestão da inovação nesses segmentos.

Kleber Bacili, diretor de tecnologia da Sensedia, fechou o ciclo de palestras apresentando sua empresa como um bom caso de empreendedorismo corporativo. A Sensedia foi criada a partir de uma tecnologia desenvolvida em parceria com uma grande empresa e a universidade. Fornecedora de soluções para reutilização de software e governança SOA (Arquitetura Orientada a Serviços), a empresa recebeu apoio de fundo de seed money (Novarum), mesmo sendo é uma spin-out da Ci&T, resultante de um projeto de pesquisa e desenvolvimento em parceria com o Instituto de Computação da Unicamp.

O Café de Inovação faz parte de um projeto da Inova Unicamp, aprovado no âmbito do edital 13/2009 do CNPq, que consiste na realização de eventos destinados a promover a sensibilização, conscientização e mobilização de empresários para a importância da inovação. Para acessar as apresentações utilizadas nessa reunião, acesse o link: http://www.inova.unicamp.br/paginas/eventos.php?id_evento=916

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Apontador Selecionado pela AlwaysOn como Vencedor do AlwaysOn Global 250

Por Fabrício Menardi

Na quarta-feira passada, 27 de julho de 2010, a LBS Local, empresa líder em geolocalização da internet brasileira, recebeu por meio de sua plataforma Apontador, o prêmio AlwaysOn Global 250. O feito é inédito para uma empresa brasileira.

A plataforma Apontador foi selecionada dentre milhares de empresas de tecnologia americanas e internacionais pelo time editorial da AlwaysOn e por especialistas globais de mercado (investidores, banqueiros, jornalistas e especialistas da indústria) com base em 5 critérios: inovação, potencial de mercado, comercialização, criação de valor, e presença na mídia.

A premiação ocorreu durante a 8a edição do evento Summit at Stanford, na Universidade de Stanford em Palo Alto,  Califórnia, um dos berços mundiais de inovação em tecnologia no Vale do Silício. Cabe ressaltar que deste evento, surgiu a Zappos.com, uma empresa de tecnologia adquirida pela Amazon.com a qual obteve uma avaliação de US$ 1 Bi.

A importância de participar neste evento, muito mais do que acompanhar as tendências econômicas, políticas e comerciais que afetam a indústria global de tecnologia é atrair interesse de investidores e parceiros globais para acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias que possibilitem ”conectar pessoas, locais e informações ao seu redor”.

Isso a empresa demonstrou ser capaz:  apresentar ao mercado no Vale do Silício liderança, atitude e tecnologias inovadoras.

A lista completa dos vencedores do AlwaysOn Global 250 está disponível no site da AlwaysOn.

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Open Innovation and IP Protection Can Work Together

por John Steen do Blogging Innovation

Open Innovation and IP Protection Can Work TogetherI’ve just finished reading a nice article on IP strategy and open innovation that was published in the MIT Sloan Management Review last year. It’s worth reading because the authors, Oliver Alexy, Paula Criscuolo and Ammon Salter have been doing research in this area for a while and now have a good corpus of evidence about how to successfully manage open innovation. I’ve written a blog post previously on one of Ammon’s papers where he talks about the Gollum effect, where obsessive IP protection shuts down the possibilities for valuable innovation partnerships.

The main point of the paper is that some organizations obsess about IP with a ‘one size fits all’ approach, which disables innovation. Universities in particular are becoming notorious for this and it is having a detrimental effect, as the authors explain.

“For example, Rolls Royce plc finds that it takes 18 months to negotiate a research collaboration agreement with a university partner; having routinely experienced such delays, the company is considering whether to terminate its extensive network of university research centres altogether.”

Obviously, if enough IP is patented then there will eventually be something of value that may become a ‘blockbuster’ product. However, as Tim has observed before, a patent is not a business model and the costs of holding and maintaining all this unproductive IP are staggering. In the US, 99% of all patent-licensing revenue can be attributed to 40% of patents. The main beneficiaries of the remaining 60% are the patent attorneys and at the level of firms this poor use of IP results in the destruction of shareholder value.

“Siemens and Proctor and Gamble for example, recently reported that they use a mere 10% of their patents but nevertheless pay millions in annual renewal fees for the remaining 90%. In addition, all the IP they have generated can create patent thickets that inhibit potential collaborators.”

So bad IP strategy can destroy value, but how can IP be aligned with successful open innovation? According to the MIT Sloan Review, IP can disable open innovation when:

  • One-size-fits-all approaches, such as “no patents no talk” predominate.
  • IP and open innovation strategies are disconnected
  • Lawyers are a roadblock to open innovation, dictating the who, when and how
  • There is a “patent everything” outlook
  • IP is treated as an end it itself
  • IP builds fences through the hoarding of patents and excessive secrecy

However, IP can be an enabler of open innovation when:

  • IP management is adaptable
  • IP and open innovation strategies are integrated
  • Lawyers help pave the way for cooperation
  • Smart patenting – which involves only valuable inventions -prevails
  • IP is seen as an opportunity for value creation and the building of ecosystems.
  • IP is available to others and, through licensing and cooperation, is likely to be profitable

In summary, IP protection can be useful when it is part of an open business model rather than a substitute for a business model. Rather than a trench to stop competition and extract rents, IP becomes a vehicle for communication and collaboration, as the authors suggest:

“Generally, intellectual property is beneficial to open innovation when it is used as a signaling device than as a control right.”

Add comment 12/07/2010

Inscrições para o Programa de Treinamento em open innovation terminam dia 12 de julho

por Natasha Canuto
O PECE – Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da USP, em parceria com a Allagi, oferece o Programa de Treinamento “Criação de Programas de Inovação: Open Innovation”. O foco do treinamento é capacitar e preparar gestores de inovação para que consigam criar programas de open innovation nas suas empresas, desenvolvendo com sucesso seus cases, por meio da utilização eficiente dos recursos públicos disponíveis para inovação tecnológica.
O curso pretende desenvolver e aprimorar nos participantes as seguintes competências:
  • Elaborar propostas para captação de recursos públicos para projetos que estejam alinhados com as exigências dos editais;
  • Aproveitar de maneira eficiente os mecanismos de incentivo à inovação;
  • Prospectar, reconhecer, analisar e expor as oportunidades de inovação;
  • Identificar, concretizar e gerenciar parcerias para complementar competências e compartilhar riscos no co-desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica;
  • Selecionar as ferramentas para gestão de projetos e programas de inovação aberta;
  • Desenvolver um programa para implantação de uma estrutura de inovação aberta para sua empresa.
Coordenado pelo Prof. Dr. Paulo Carlos Kaminski, coordenador do Curso de Especialização de Gestão e Engenharia de Produtos MBA/USP, o curso terá no corpo docente os engenheiros Bruno Rondani, Rafael Rocha Levy e Fabiano Armellini, sócios da Allagi, especializada em serviços de open innovation.
As inscrições foram prorrogada para até dia 12 de julho. Com 1 semestre de duração, as aulas serão às terças feiras, das 19h20 às 22h40, com data de inicio programada para o dia 3 de agosto.
Público Alvo:
Profissionais ligados às áreas de P&D; desenvolvimento de produtos, processos ou serviços; engenharia; gestão de operações; desenvolvimento de novos negócios; planejamento estratégico; marketing ou finanças que atuam ou pretendam atuar em gestão da inovação tecnológica em empresas de médio ou grande porte de qualquer setor de atuação que desejam criar programas de inovação tecnológica.
Curso: “Criação de Programas de Inovação: Open Innovation”
PECE: Av. Prof. Mello Moraes, 2373, cidade universitária, São Paulo.
Telefone: (11) 2998-0000, de segunda feira à sexta feira, das 9h00 às 21h.
E-mail: atendimento@pecepoli.com.br
Para mais informações, acesse o site: http://www.pecepoli.org.br/PT/TOI/

2 comments 09/07/2010

Implementando uma cultura de inovação em P&D

por Natasha Canuto

A Editora Elsevier, conhecida por suas mais variadas publicações científicas e ferramentas de pesquisa,  realizará o fórum “Implementando uma cultura de inovação em P&D”, no dia 8 de julho, no Hotel Caesar Park, em São Paulo. O evento abordará a importância do acesso à informação de qualidade para a inovação nas empresas e tem como objetivo auxiliar as empresas a conhecer as técnicas, ferramentas e discussões mais atualizadas sobre a inovação em P&D.

O evento, organizado no dia 08 de julho para também celebrar o Dia do Pesquisador Brasileiro, contará com três palestras a cerca do processo de inovação empresarial. A primeira delas será ministrada pelo Professor-Doutor Paulo Bastos Tigre, especialista em Gestão da Inovação, autor do livro “Gestão da Inovação – A Economia da Tecnologia no Brasil”, que falará a respeito das expertises a serem desenvolvidas para o gerenciamento de uma cultura inovadora.

Em seguida, Humberto Bastos, gerente regional da Elsevier para o mercado corporativo na América Latina, irá apresentar um painel sobre as mais novas ferramentas de busca de informação disponíveis para estimular a inovação em P&D.

Por fim, Bruno Rondani, presidente do conselho administrativo da Allagi, abordará a questão da inovação aberta nos processos de pesquisa e as políticas públicas disponíveis para o estímulo ao P&D das empresas.

Programação:

09h00 – 09h30 – Wellcome Coffee – recebimento dos convidados.

09h30 – 10h15 – Gestão da Inovação – A Economia da Tecnologia no Brasil.

Palestrante: Prof. Dr. Paulo Bastos Tigre, especialista e consultor em Gestão da Inovação.

10h15 – 11h00 – Uso de Ferramentas de Informação para Acelerar a Inovação em P&D.

Palestrante: Humberto Bastos, Gerente Regional da Elsevier para a América Latina.

11h00 – 11h45 – Inovação Aberta em P&D e Fundos Públicos de Estímulo à Pesquisa nas Empresas.

Palestrante: Bruno Rondani, presidente do conselho administrativo da Allagi, empresa especialista em consultoria em inovação.

12h00 – Almoço no restaurante Amaranto.

Serviço:

Data: 08/07/2010

Horário: de 9:00 às 12:00 horas.

Local: Hotel Caesar Park – Faria Lima

Sala: São Paulo 7

Endereço: Rua Olimpíadas, 205 , São Paulo, SP, Brasil

(11) 3049 6622 tel

Para mais informações sobre o evento, contate:

Mariana Meyer

m.meyer@elsevier.com

Ger. de Des. Contas Corporativas

T.: 21 3970 9209 / 21 9482 – 5896

Joanna Cariello

corporate@elsevier.com.br

Divisão de Contas Corporativas

Telefone: 21 3970 -9395

Add comment 22/06/2010

Uso de comunidades de usuários como meio para inovar

por Claudio Mazzola

Até certo tempo, bons exemplos de inovação em modelos de negócios baseados em comunidades de usuários se restringiam, na maior parte das vezes, a um limitado grupo de empresas como Starbucks, ZOOPA, Fiatmio, Smart ForTwo ou Camisetaria a versão nacional de Threadless.

Recentemente tomei conhecimento sobre o modelo da Procad, uma empresa de Caxias do Sul/RS especializada no desenvolvimento de software 3D para ambientação virtual ou layouts. Focada no setor moveleiro, a empresa é líder no mercado brasileiro com mais de 90% de market share. Suas 60.000 licenças atualmente em uso estão presentes em aproximadamente 12.000 lojas de móveis e pelo menos 3.000 pequenos fabricantes no Brasil e em mais de 30 países.

Devido ao intenso contato com vendedores e fabricantes de móveis a empresa decidiu criar há menos de dois anos duas plataformas dedicadas a estreitar o relacionamento com os seus usuários, com a finalidade oportunizar um compartilhamento de ideias e experiências.

A primeira plataforma, Ideias.Promob, visa receber propostas, seja sobre alterações, inclusões e exclusões de recursos, ferramentas, funcionalidades, serviços tanto do software Promob quanto da empresa Procad e seus agentes.

A segunda plataforma, Galeria.Promob, visa por sua vez, oferecer aos usuários arquitetos, designers, marceneiros, bem como outros profissionais do ramo a possibilidade de disponibilizarem para o público em geral seus portfólios de projetos sobre layouts de ambientes, criados com software da empresa, é claro. Cabe ressaltar que atualmente a plataforma Galerias recebe uma média de 1.000 projetos e 42.000 acessos, valores bastante expressivos para uma empresa que atua em um nicho de mercado.

Em ambas as plataformas, as ideias e projetos mais bem colocados recebem prêmios que variam desde viagens, licenças gratuitas até valores em espécie.

O interessante de tudo isso é notar que muito além de um resultado direto como o aperfeiçoamento do Software e maior publicidade da ferramenta, indiretamente ocorre a valoração da marca e uma maior confiança da empresa não somente dos usuários de seus produtos e serviços, mas principalmente dos clientes finais que são no fundo os maiores interessados por bons móveis e uma boa decoração.

Add comment 31/05/2010

Curso em Porto Alegre dissemina conceitos e práticas de open innovation a diferentes atores do cenário brasileiro

por Anna Juenemann

Nos dias 28 e 29 de abril foram disseminados os conceitos e práticas de open innovation no Curso de Financiamento de Projetos Inovadores e Programas de Inovação Aberta, realizado em Porto Alegre. O evento atualizou os profissionais a respeito de inovação e fez com que as empresas percebessem a relevância do tema para a competitividade, aprendendo sobre os incentivos do governo para a inovação.

Excedendo as expectativas, sessenta alunos conheceram as técnicas e estratégias para acelerarem a inovação nas suas áreas de atuação. O curso foi dinâmico com exemplos não apenas do instrutor, mas também dos profissionais. As discussões foram bem elaboradas, considerando que o curso contou com vários atores do cenário brasileiro, sendo estes empresários, advogados, professores de universidades, responsáveis por gabinetes de inovação, jovens participando dos primeiros programas de incentivo a pequenas empresas, entre outros. Os profissionais presentes no evento tiveram procedência de 3 Estados, sendo a maioria do Rio Grande do Sul, seguido por Santa Catarina e Rio de Janeiro.

A satisfação dos alunos em relação ao curso ultrapassou 95%. Como conseqüência, surgiu a demanda por um curso mais extenso para o segundo semestre, com maior explanação dos conteúdos de políticas públicas.

Add comment 24/05/2010

Seminário de Reciclagem e Valorização dos Resíduos Sólidos: Meio Ambiente 2010

por João Andrade
Foi realizado na última sexta-feira (14 de maio) o seminário de reciclagem e valorização dos resíduos sólidos: Meio ambiente 2010, na Escola Politécnica da USP (EPUSP), abordando projetos de pesquisas acadêmicas, de órgãos públicos e privados, envolvidos com a utilização de materiais recicláveis, legislação ambiental, mercado de recicláveis, dentre outros, em nível nacional e internacional. O seminário teve por objetivo a busca de informações recentes sobre processos e projetos de reciclagem e valorização do Meio Ambiente, com palestras de empresários, de associações, de pesquisadores e de professores da área.
Dentre os palestrantes, o evento teve a presença do Deputado Federal Arnaldo Jardim, coordenador do Grupo de Trabalho de Resíduos Sólidos e de Eficiência Energética, apresentando o Programa Nacional de Resíduos Sólidos e Rafael Levy, sócio-diretor da Allagi com a palestra “Linhas de fomento para projetos na área ambiental”.

2 comments 17/05/2010

MCT disponibiliza nova versão do formulário eletrônico para o envio de informações sobre incentivos fiscais em P&D

por Fabrício Menardi

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) aprovou  no último dia 29, a Portaria nº 327, que aprova o formulário eletrônico para que as pessoas jurídicas beneficiárias dos incentivos fiscais previstos no capítulo III da Lei nº 11.196/05 e regulamentados pelo Decreto nº 5.798/06 prestem ao MCT as informações anuais sobre os seus programas de pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica, através da remessa de formulário eletrônico preenchido até o dia 31 de julho de cada ano através do endereço www.mct.gov.br/formpd, com as informações referentes às atividades dos seus programas de pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica realizadas no ano anterior.

As empresas que não enviarem o formulário eletrônico ao MCT perderão o direito aos incentivos utilizados e terão de recolher o valor correspondente aos tributos não pagos em decorrência dos incentivos utilizados no ano base, 2009  (DOU de 30/4/10, MCT, pág. 28).

Nesse mesmo ato, o MCT revogou a Portaria nº 943 que instituiu o formulário para que as empresas beneficiárias dos incentivos fiscais previstos da Lei nº 11.196, prestassem as informações anuais sobre os seus programas de pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica.

O formulário do ano passado contava com onze itens de preenchimento. O novo formulário eletrônico apresenta dez itens (alguns mudando de posição na sequência de preenchimento em relação ao formulário do ano passado), a saber:

  1. Identificação da Empresa
  2. Características da Empresa
  3. Programas de P&D e Projetos (item 4, no formulário de 2009)
  4. Produtos e Processos (item 8, no formulário de 2009)
  5. Patentes e Registros (item 10, no formulário de 2009)
  6. Organização (item 3, no formulário de 2009)
  7. Dispêndios do Programa (item 5, no formulário de 2009)
  8. Incentivos Fiscais
  9. Apoio do Governo
  10. Outras informações

Neste novo formulário foram abolidos os itens 6 “Instituições de P&D” e 7 “Cooperação com clientes e fornecedores”, que no formulário anterior, respectivamente, pediam informações sobre a contratação de instituições de P&D e universidades e sobre as formas de cooperação com clientes e fornecedores das empresas na execução de seus programas de P&D.

O novo formulário apresenta também algumas mudanças no conteúdo dos itens de preenchimento. São poucas e pontuais, mas relevantes, Vamos a elas:

No item 1, “Identificação da Empresa”, houve um aumento no números de subitens a serem preenchidos, de 18 para 22, sendo que a nova e principal mudança se deu pela introdução de um subitem que pergunta se a empresa se beneficia dos incentivos fiscais previstos na Lei 8.248/1991, dispositivo legal relacionado à capacitação e competitividade no setor de informática e automação.

O item 2, “Características da Empresa”, pede duas novas informações em relação ao ano anterior: número de empregados do empresa e se ela fechou o ano fiscal base com prejuízo fiscal.

Em relação ao item 3, “Programas de P&D e Projetos” foram abolidas os subitens alterações e desvios no programa de P&D da empresa.

No “Produtos e Processos, o quarto item do novo formulário, houve um diminuição significativa nas informações requisitadas: de 15 subitens verificado no ano anterior para apenas seis neste ano. Por exemplo, foram abandonada as questões relativas aos processos substancialmente aperfeiçoados ou novos introduzidos pela empresa e à mudança de expectativa ou abandono da empresa em relação a seus projetos e linhas de P&D.

Em contrapartida, o MCT introduziu uma questão sobre a relevância dos novos produtos introduzidos pela empresa.

Em “Patentes e Registros”, item 5, do formulário, não houve mudança digna de nota. Permaneceram as questão relativas aos mecanismos de proteção ao conhecimento utilizados pela empresa.

“Organização” é sexto item do formulário, houve também um drástica redução de informações solicitadas: de nove em 2009 para somente três nesse ano. Desapareceram informações sobre mudanças na estratégia corporativa, técnicas de gestão, mudanças estruturais, implementação de métodos de controle e gerenciamento, gestão da qualidade. Permaneceram apenas as questões sobre as áreas responsáveis pela gestão das atividades de pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica, e infraestruturas voltadas à P&D.

Para estes ano, o item 7, Dispêndio do  Programa” teve seus campos de preenchimentos reduzidos. No entanto, há um campo novo relativo à descrição gastos da empresa com de bens intangíveis em suas atividades de P&D.

O detalhamento dos gastos com bens intangíveis e com outros dispêndios marcam a maior mudança na prestação de contas do formulário. Essas mudanças verificadas no item “Dispêndios do Programa” impactam realmente na forma de prestar contas ao MCT, que agora pede praticamente toda a relação de gastos da empresa de forma detalhada.

O quadro que trata das incentivos fiscais (deduções, redução de IPI, depreciação acelerada incentivada) e fazia parte do item 7 no formulário anterior foi transformado no formulário atual  no item 8, “Incentivos Fiscais”, mantendo a forma e conteúdo anterior.

À parte essa mudança estrutural, a principal alteração no conteúdo do item 7 é relativa às informações sobre o pesquisadores no quadro da empresa. Para este ano, o MCT solicita apenas informações sobre o número de pessoas em dedicação exclusiva ocupadas com as atividades de P&D. Em 2009, eram solicitados também dados sobre profissionais em dedicação parcial e seu percentual médio de dedicação às atividades de P&D. O subitem relativo à adesão da empresa aos programas de subvenção do governo também não existe mais.

O item 9, “Apoio do Governo”, se manteve como no ano passado.

No último campo, “Outras Informações”, aboliu-se todas as questões relativas ao fato da empresa não ter realizado nenhuma inovação tecnológica no ano anterior e criou-se campos de respostas sobre prêmios de inovação tecnológica que a empresa recebeu e para sugestões de aperfeiçoamento dos sistemas de incentivos fiscais da Lei do Bem.

Todas essas alterações no formulário eletrônico vislumbram a intenção do MCT de facilitar a prestação por parte das empresas de informações referentes às atividades dos seus programas de pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica. E mais do que isso, buscam evidencias sobre os esforços das empresas na consolidação de seus programas de P&D.

Add comment 14/05/2010

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