Inovação Aberta na Indústria Farmacêutica
19/02/2010
Quando se fala em inovação na indústria farmacêutica é comum vir à cabeça a ideia de altos custos de P&D, litígios de patentes e conhecimento mantido a sete chaves.
Sim, é um modelo que ainda funciona de certo modo, razoavelmente bem até hoje.
Entretanto, cabe apontar que com o surgimento de inovação aberta, o estereótipo dessa indústria tem se transformado.
É o caso, por exemplo, da GlaxoSmithKline, ou simplesmente, GSK.
Decidida a colocar em prática a proposta da inovação aberta dentro e fora de seu perímetro, essa gigante farmacêutica informou recentemente por meio de seu blog que muito mais do que deixar em domínio público quase 800 documentos de patentes sobre doenças tropicais, coloca também à disposição seu know-how, recursos financeiros e infraestrutura para de empresas, organizações não governamentais, pesquisadores, bem como demais interessados que queiram participar de descobrir novas drogas contra a malária.
A proposta é ousada, mas sensata, pois espera com isso criar parcerias, reduzir tempo e riscos de pesquisa, atrair talentos e ideias, gerar e acumular conhecimento e principalmente, participar em novos negócios.
Nada de novo para aquela velha lógica de menos custos e mais receitas.
Entry Filed under: Estratégia e Inovação, Open innovation, P&D, innovación abierta, inovação aberta, propriedade intelectual. .
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1.
Inovação Aberta na Indústria Farmacêutica – Novamente o caso GSK « Blog Allagi Open Innovation | 15/03/2010 at 17:30
[...] apontado no post anterior, para sobrepor estas barreiras e melhorar o desempenho da empresa, a GSK adotou o modelo [...]